Colônia de férias da Vila Olímpica reuniu mais de 500 crianças e jovens

Os participantes passaram por todas as áreas do equipamento, incluindo a piscina

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Durante as duas últimas semanas a Vila Olímpica Nilton Santos promoveu sua primeira Colônia de Férias que reuniu cerca de 500 participantes entre crianças e adolescentes.

Os participantes foram divididos por faixa etária e fizeram uma espécie de circuito passando por todas as áreas do equipamento, incluindo a piscina. Entre as atividades oferecidas, estão o tênis de mesa e o badminton, dando a oportunidade aos alunos de terem contato com modalidades olímpicas menos conhecidas pelo público.

Também foram oferecidas diversas outras atividades como futebol, vôlei, basquete, circuito funcional, queimado, natação, hidroginástica, percussão, etc.

Segundo Allan Marchione, gestor da Vila Olímpica, o trabalho foi árduo, mas o resultado final foi imensamente prazeroso.

– Não abrimos mão de contemplar os alunos da própria Vila Olímpica Nilton Santos, ao criarmos duas turmas de hidroginástica para eles. Mas, sem dúvida, a maior alegria foi inscrever crianças e jovens que nunca tinham vivido uma experiência de colônia de férias. Uma parte da ‘molecada’ não era aluna do equipamento esportivo, o que nos permitiu apresentar nossa estrutura física e nossos profissionais a eles e seus responsáveis. Agora, todo mérito tem que ser compartilhado e, em grande parte, atribuído ao meu coordenador técnico professor Rafael Souza, que de maneira brilhante projetou, organizou e executou a colônia junto aos nossos professores e estagiários. Eles foram brilhantes – enfatizou o gestor.

Allan também destacou que a própria Vila Olímpica Nilton Santos saiu ainda mais fortalecida desta colônia de férias.

– Demonstramos a nossa capacidade de trabalhar em equipe, de organizarmos atividades físicas e socioeducativas para todas as idades e, acima de tudo, de servirmos a população insulana, que é a verdadeira “dona” desse complexo esportivo. Concluo com a convicção de que as crianças e jovens aprenderam nessas duas semanas a superar medos e dificuldades de relacionamento, assim como adquiriram habilidades esportivas antes desconhecidas. Foi uma experiência extremamente positiva e completa – comentou Allan.